“O amor não tem a ver com palavras idiotas, mas com grandes gestos. O amor tem a ver com faixas sobrevoando estádios, pedidos em telões, palavras gigantescas no céu. O amor é ir além das forças, ainda que machuque. Liberar os sentimentos. O amor é achar dentro de si uma coragem que nem sabia existir.”
(ABC do amor)
As pessoas me perguntam o que tenho. Já elaborei mil respostas para que ficasse mais simples delas entenderem mas foi em vão.
Para facilitar para mim e pro mundo vou começar a dizer que sofro da síndrome do novo.
É, o novo acaba comigo. A ausência dele para ser mais específica.Todos os dias iguais, acordando no mesmo quarto, tomando o mesmo café, conversando com as mesmas pessoas, sentando na mesma cadeira. Até a postura defensiva é a mesma.
Eu me tornei um clichê! Um personagem chato de filme velho.
Mas sabe o maior paradoxo disso?
Eu odeio tudo o que é novo na minha vida!
Demoro meses a me adaptar a uma nova fragrância de shampoo, imagina quanto posso demorar com novas pessoas?
Então eis que repito: o novo é um problema na minha vida. Existindo ou não.
Eu odeio tudo o que é novo na minha vida!
Demoro meses a me adaptar a uma nova fragrância de shampoo, imagina quanto posso demorar com novas pessoas?
Então eis que repito: o novo é um problema na minha vida. Existindo ou não.








